Dezembro Laranja: mês de conscientização sobre o câncer de pele

Com a chegada do verão, época de maior exposição ao sol, dezembro tornou-se um mês importante para a conscientização da prevenção ao câncer de pele. Desde 2014, a Sociedade Brasileira de Dermatologia promove o Dezembro Laranja com ações para informar a população sobre as principais formas de prevenção e a procurar um médico especializado para diagnóstico e tratamento.

A médica pós-graduada em Dermatologia Dra. Luziane Cantarella diz que há três tipos de câncer de pele: o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma. Ela detalha a seguir:

Carcinoma basocelular: é o mais prevalente na população e tem como fator de risco principal a exposição crônica aos raios solares. Acomete principalmente pacientes de fototipo claro, tem evolução lenta e é menos agressivo, porém, pode causar destruição tecidual local se o diagnóstico for tardio. “Seu diagnóstico precoce e a retirada de toda lesão o quanto antes são importantes. As lesões podem ser desde pápulas cor da pele, rosadas ou enegrecidas, até placas que lembram lesões de psoríase, dermatite ou cicatrizes, por isso é aconselhável passar por exame dermatológico para diferenciar”, explica a Dra. Luziane.

Carcinoma espinocelular: além de ter como causa a exposição solar contínua, ele pode surgir sobre feridas crônicas ou cicatrizes antigas. “A lesão pode variar desde placas avermelhadas e crostosas, até lesões com aparência verrucosa e feridas. Toda ferida de difícil cicatrização deve ser investigada pelo risco de ser um câncer de pele”, alerta a médica.

Melanoma: é o subtipo mais agressivo e menos frequente. Tem importante influência genética e pode surgir tanto em áreas que não sejam expostas ao sol como também nas unhas. “É principalmente a ele que nos referimos quando orientamos avaliar o surgimento de pintas novas, com diferentes colorações e crescimento rápido”, esclarece a Dra. Luziane.

Vale ressaltar que as principais formas de se prevenir o câncer de pele continuam sendo o uso diário de protetor solar com retoque a cada duas horas e evitar a exposição solar. Além disso, é importante fazer pelo menos um exame anual com dermatologista, profissional apto a avaliar todas as pintas e lesões no corpo. Quando diagnosticado no início, casos de câncer de pele podem ter até 90% de chance de cura.

Mais informações: www.luzianecantarella.com.br

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