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Nhoque da fortuna: 5 possibilidades de harmonização

Nhoque da fortuna: 5 possibilidades de harmonização
Nhoque com molho bolonhesa. Foto: Divulgação / CV Garibaldi.

 

Versátil e cheio de sabor, o nhoque combina com molhos variados e cai bem em diferentes ocasiões. Além dos motivos gastronômicos para apreciá-lo, o prato também carrega uma razão simbólica para ganhar espaço à mesa: sua ligação com a prosperidade. A tradição do nhoque da fortuna é marcada por uma superstição conhecida especialmente em países como Brasil, Argentina e Uruguai.

 

Tradição associa o prato à prosperidade

O dia 29 é tradicionalmente associado ao chamado nhoque da fortuna, costume popular ligado à ideia de prosperidade. A versão mais conhecida da história envolve São Pantaleão, médico turco que teria vivido como peregrino no Vêneto, no nordeste da Itália. Segundo a lenda, durante uma de suas viagens, ele foi recebido por uma família de agricultores, que dividiu com ele uma refeição de nhoque. Antes de seguir caminho, Pantaleão teria rezado pela prosperidade da colheita. Após sua partida, a família encontrou moedas de ouro embaixo dos pratos.

Como o episódio teria ocorrido em um dia 29, surgiu a superstição de colocar uma moeda ou uma nota de dinheiro sob o prato antes de comer nhoque nessa data. Como acontece com muitas lendas, há diferentes versões da história e outras simpatias ligadas ao ritual, como comer sete pedaços de nhoque em pé e fazer um pedido.

Funcione ou não, experimentar a tradição já é uma boa desculpa para saborear o prato. E a experiência fica ainda melhor com vinhos e espumantes indicados pela Cooperativa Vinícola Garibaldi. O sommelier André Luís Rech apresenta sugestões para harmonizar diferentes tipos de nhoque.

 

Nhoque da fortuna: 5 possibilidades de harmonização
Nhoque com molho pesto. Foto: Divulgação / CV Garibaldi.

 

5 possibilidades de harmonização

 

Nhoque com molho de queijos + Espumante Garibaldi Chardonnay

A harmonização de nhoque com molho de queijos é indicada com um espumante Brut. O sabor encorpado do prato e a cremosidade do molho de queijos encontra equilíbrio na estrutura e potência desse borbulhante. “Elaborado pelo método Charmat, apresenta acidez, refrescância e sabor para segurar a estrutura do nhoque”, salienta Rech.

 

Nhoque com molho bolonhesa + Vinho Garibaldi Memórias Pinot Noir

O clássico molho bolonhesa pede um vinho com um pouco mais de intensidade e estrutura, nesse caso, o Garibaldi Memórias Pinot Noir, um vinho rosé elaborado 100% com a variedade que o nomina. “Ele apresenta estrutura para equilibrar o sabor marcante do molho com tomate e carne, além de ter acidez para limpar o paladar e pedir a próxima garfada”, diz o sommelier.

 

Nhoque com molho pesto + Vinho Garibaldi In Veritas Pálava

Saindo das harmonizações mais óbvias, a combinação entre o nhoque ao molho pesto e o Garibaldi In Veritas Pálava parte de um princípio importante: o equilíbrio entre o peso do prato e o do vinho. De perfil aromático intenso, mas com leveza e acidez marcantes, o Pálava encontra no pesto um parceiro à altura. “O molho, embora mais leve que preparações à base de queijos cremosos, apresenta boa intensidade aromática, casando com a proposta do vinho, que entrega a mesma complexidade e leveza”, avalia Rech.

 

Nhoque da fortuna: 5 possibilidades de harmonização
Ragu de cordeiro e Ancellotta. Foto: Divulgação / CV Garibaldi.

 

Nhoque com ragu de cordeiro + Vinho Garibaldi VG Ancellotta

Para um prato que apresenta mais potência e sabor, um vinho proporcional. Caso do Garibaldi VG Ancellotta, que apresenta características aromáticas de frutas negras, defumado, cacau e café, aportados pela passagem de 10 meses em madeira. “Sua estrutura e intensidade acompanham a robustez do ragu de cordeiro, criando uma harmonização equilibrada”, diz.

 

Nhoque na manteiga e sálvia + Espumante Garibaldi VG Extra Brut

O nhoque na manteiga e sálvia reúne leveza e uma agradável untuosidade. Para acompanhar o prato, o espumante Garibaldi VG Extra Brut oferece o equilíbrio ideal, com textura cremosa, resultado da elaboração pelo método Charmat longo, conferindo também um perfil aromático delicado, boa acidez e complexidade. “Isso casa perfeitamente com o prato, marcando na memória de quem prova essa experiência”, diz Rech.

 

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