
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES‑SP) reforça a importância da vacinação contra o sarampo após a confirmação de 15 casos da doença no estado em 2026. Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), a imunização é a principal forma de prevenção, essencial para interromper a circulação do vírus e proteger a população.
Os casos registrados neste ano envolvem bebês de até 1 ano e adultos entre 20 e 50 anos, evidenciando que o sarampo pode atingir diferentes faixas etárias e reforçando a necessidade de manter o esquema vacinal atualizado.
Desde junho, a SES‑SP recomenda a aplicação da dose zero da vacina tríplice viral para bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A medida foi adotada como proteção adicional diante do cenário epidemiológico.
Com o aumento dos casos, a vacinação segue como a forma mais segura e eficaz de prevenir o sarampo. Pais e responsáveis devem verificar a caderneta das crianças, enquanto adolescentes e adultos precisam procurar uma unidade de saúde para atualizar o esquema vacinal sempre que necessário.
A Secretaria reforça que a dose zero não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação. Após recebê‑la, a criança deve seguir o esquema de rotina: primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e segunda dose, preferencialmente com a tetraviral, aos 15 meses.
Além dos bebês contemplados pela recomendação da dose zero, crianças, adolescentes e adultos não vacinados devem procurar a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e regularizar a caderneta.
Quem deve se vacinar contra o sarampo
Dose zero – tríplice viral
- Crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo;
- A dose também pode ser indicada em ações de bloqueio vacinal, conforme avaliação epidemiológica, para crianças dessa faixa etária que tiveram contato com casos suspeitos ou confirmados de sarampo.
Vacinação de rotina
Crianças
- 12 meses: primeira dose da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);
- 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela).
Pessoas de 5 a 29 anos
- Devem comprovar duas doses da tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias.
Pessoas de 30 a 59 anos
- Devem comprovar uma dose da tríplice viral.
Trabalhadores da saúde
- Devem comprovar duas doses, independentemente da idade.
Saiba mais sobre vacinação
O Governo de São Paulo disponibiliza o portal Vacina 100 Dúvidas, que reúne respostas sobre eficácia dos imunizantes, eventos adversos, doenças imunopreveníveis e riscos da não vacinação.

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